sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Quando a imigração mete nojo

França









Wait.


Yep, muçulmanos, a praga da Europa, o demónio da extrema direita, os perseguidos da esquerda e os baldes de merda para o resto do zé povinho.

Seriously, quem é que ainda acha que a presença cada vez maior destes indivíduos não vai provocar problemas (para além dos faggots de esquerda)?

Especialmente quando já os provocaram?


Well, a resposta é simples:
O politicamente correcto, claro!

Para todos os efeitos em qualquer país desenvolvido o imigrante é o Rei e o todo poderoso. Possuindo essa aura de imunidade diplomática e ao mesmo tempo de coitadinho. Armados com um vasto arsenal de histórias do quão merda era a sua origem e um olhar de carneirinho mal-morto que com a ajuda de uma música fatela faz qualquer telespectador derreter-se para com estes pobres refugiados.

Hey, tudo bem, desde que se mantenham nas regras.
Sendo eu um cidadão nacional que paga impostos e recebe benefícios em troca de tal é justo que eu também tenha de cumprir certas regras para manter o equilíbrio e harmonia da sociedade da qual faço parte. O problema é que eu, imigrante de um país em desenvolvimento em que há golpes de estado semana sim semana não, não sei que tal é um requisito para se poder viver por aqui.
Não senhor imigrante, isto não é simplesmente recolher benefícios e continuar as actividades ilegais que efectuava no seu país de origem. Se quer continuar com isso pois volte para a pobreza de onde veio pois de lá não deveria ter saído. Não, não ando a afixar cartazes de campanha para o PNR não seria idiota ao ponto de me resumir a um neo-nazi.
Os próprios neo-nazis são tão fascinantemente estúpidos que não se apercebem da hipocrisia que cometem, adorar e idolatrar um país passa por o manter em ordem e não armar desacatos com outras minorias. Estes indivíduos, que adoptam tais ideologias no apogeu da adolescência na tentativa de ser da cena e ao mesmo tempo diferentes não se apercebem da gravidade e consequências de tal.

A ideologia Nazi é uma autêntica roleta russa. Porquê tanto ódio para com uma raça/grupo étnico como os judeus se quase toda a população ocidental teve nalgum ponto na história um ascendente judeu ou preto? Nesse caso, como bons seguidores desse mestre da lógica, o senhor Adolf Hitler, esse paradoxo filosófico que ameaça exterminar todos os que tivessem o seu próprio aspecto, deveriam pendurar uma corda numa árvore e proceder ao enforcamento, ou se quiserem ser mesmos fixes, enforquem-se com fio de cortar queijo e colem as mãos à cabeça, assim parecerá que arrancaram a própria cabeça, um autêntico suicido de homem.

É verdade, vi no 4chan.

Mas parece que estou bem off-track pelo que vou resumir:

Uma minoria num país estrangeiro deveria ter absoluto respeito pelo país acolhedor, se este respeito não for verificado, rua com eles. No caso de uma manifestação que promove o falecimento de todos os que não aderem aos seus ideais isto no próprio país acolhedor era motivo para pôr uma corda ao pescoço dos infractores e a gravidade trataria do resto, isto para referência futura. Mas como tais acções seriam tão ou mais barbaras que os métodos dos infractores pelo que deportação seria o suficiente para acalmar o ego tanto dos nazis adolescentes como da população em geral.

Sim, é verdade que tais medidas seriam populistas mas nem tudo o que é populista está errado. Eu pessoalmente acho desagradável acordar de manhã com a chamada para a mesquita e um apedrejamento de uma mulher. É certo que passado uns dias me ia habituar à rotina e eventualmente substituir o despertador com o som do crânio de uma adultera a ser rachado por um calhau.

No entanto, à parte destes pequenos pormenores, haveriam muitas outras consequências na sociedade. "Mas hey"- diz o leitor-" Não sejamos extremos, é uma minoria, como pode ela mudar a cultura do país de acolhimento?". Bem, senhor leitor, as minorias já ditam regras: Não mostrar a face do super-profeta-Maomé sob a pena de se ser decapitado, porque quando a cultura de um país estrangeiro nos ofende, imigrantes, são eles que têm de mudar e não eu.

Ou se calhar sou eu que sou racista e me devo habituar à ideia de que quem manda são as minorias.

1 comentário:

Felipe Teixeira Moraes disse...

Primeiramente,m você coloca várias fotos da França, e de repente coloca uma fota de muçulmana usando a burca, mas primeiramente a França não obriga as mulheres a utilizarem a burca, apenas na Arábia Saudita e Afeganistão que as mulheres tem a obrigação de utiliza-la. E outra, seu argumentos são ridículos, estude melhor a Segunda Guerra Mundial e quem saiba entenda alguma coisa de Nazismo, ou se não sabe ler, assista o documentário "Arquitetura da destruição", mas estude para depois argumentar. Você cita a história do Islã como "uma história que sempre dá merda", estude melhor, a História do Islamismo é muito pacífica que a história do cristianismo.